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Tempo de Arte: um panorama cultural...


Artista Plástico Waldir Russel expõe no Continental Shopping

Artista Plástico Waldir Russel expõe no Continental Shopping



Além das atrações Natalinas comuns nesta época do ano, o Continental Shopping abre suas portas para a exposição de telas do artista plástico Waldir Russel que acontece a partir deste sábado (24) no 1º Piso do empreendimento.

A mostra reúne 40 obras inéditas do artista e retratam a realidade em óleo sobre tela com contrastes urbanos e temas do cotidiano, sempre ressaltando a simplicidade. Suas telas são sempre pintadas com cores fortes e buscam retratar cada canto do país. "Procuro ser bastante detalhista e reproduzir em minhas obras de arte todos os detalhes possíveis", comenta Russel. Além disso, o artista que é da região do Jaguaré e autodidata, possui habilidades para desenhar traços humanos com perfeição sendo denominado por isso de cartunista e caricaturista.

O evento é gratuito e pode ser visitado de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos das 14h às 20h.

Serviço: Exposição de Telas Waldir Russel

Data: de 24/12 a 20/01/2012

Horário: das 10h às 22h

Local : Continental Shopping

Av. Leão Machado, nº 100. Jaguaré - SP



Escrito por Jardel Teixeira às 15h03
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Sucesso de público, o espetáculo “As Criadas” reestréia no dia 16 de setembro e fica em cartaz até 7 de outubro. ONúcleo Paulista de Artes também obteve elogios da crítica por esta montagem, formado pelas atrizes Beth Lima, Vanice Pedrazzini e Monalisa Capella. As Criadas é do polêmico escritor francês e a direção desse texto, ficou por conta da premiada Elvira Gentil que aos 80 anos, continua em plena atividade. As apresentações continuarão noEspaço dos Satyros 2, sempre às quintas-feiras, às 21 horas.

 

Jean Genet foi o dramaturgo e criminoso condenado que se tornou uma das figuras mais importantes no teatro.

 

Sinopse

Duas mulheres. Irmãs. Amantes. Rivais. Criadas. Na ausência da Patroa, satirizam a sua condição humilde, personificando fantasias de libertação e luxúria. Ora servas, ora senhoras. Num jogo em que se confundem poder e submissão, amor e ódio, pela Patroa e de uma pela outra. E é preciso levar o jogo até ao fim. Pelo menos, até o despertador tocar.

 

Realização: Núcleo Paulista de Artes da Cooperativa Paulista de Teatro.

Texto: Jean Genet.

Tradução: Alfredo Mesquita

Direção: Elvira Gentil.

Elenco: Beth Lima, Vanice Pedrazzini e Monalisa Capella.

Cenário: Lirian Pedrazzini.

Supervisão de cenário: Renato Scripilliti.

Figurinos: Eneida Palermo.

Iluminação: Valdecir Araújo.

Sonoplastia: Carlos Henrique (Poli).

Assistente de direção: Vanice Pedrazzini.

Produção Executiva: Eneida Palermo.

Assistente de produção: Etel Buss.

Cenotécnico: Jorge Ferreira

Operador de luz e som: Valdecir Araújo

Assessoria de Imprensa: Jardel Teixeira.

Cartaz e programa: Lígia Furlan e Xandi Vaz.

Temporada: até 7 de outubro de 2010.

Quando: às quintas-feiras.

Horário: 21h.

Classificação: não recomendado para menores de 14 anos.

Duração: 90 minutos.

Ingressos: R$ 30,00 e R$15,00 para estudantes, melhor idade e classe teatral.

Local: Espaço dos Satyros 2, Praça Franklin Roosevelt, 134, Consolação, São Paulo, SP, próximo a Estação República do Metrô, tel.(11) 3258-6345.

Lotação: 60 lugares.

 



Escrito por Jardel Teixeira às 13h38
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Encontro de Teatro 2009 mobiliza Mauá e a Grande ABC. 

 

 

Dezessete espetáculos farão parte do Encontro de Teatro 2009, que ocorrerá de 3 a 6 de dezembro. 

O evento reúne companhias de referência no Estado de São Paulo, grupos da cidade de Mauá e atividades formativas. 

O projeto é uma parceria entre o SESC São Caetano e a Prefeitura Municipal de Mauá, por meio da Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer. 

A programação incluirá espetáculos de rua, para crianças e para o público em geral, e serão apresentadas em diversos espaços da cidade: Teatro Municipal, no Museu Barão de Mauá, no auditório da Escola Municipal Cora Coralina (Espaço Cultural Cora Coralina), na Biblioteca Cecília Meireles (Sala Heleny Guariba), na Praça 22 de Novembro e, ainda, em um “ônibus circulante”. 

Atividades Formativas também farão parte do encontro, com a participação de diretores, teóricos, atores de renome e artistas da cidade, com a mediação de nomes de referência sobre o assunto. 

A abertura do Encontro será com a artista Denise Stocklos, no dia 3 de dezembro, às 20h30, no Teatro Municipal de Mauá.

 

Gratuito à população: os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência nos locais de apresentação dos espetáculos em recinto fechado.

 

 

Programação completa

 

 

Denise Stoklos – Calendário da Pedra

Estreado em 2002, originou-se de um poema de Gertrude Stein chamado Book of Anniversary e mostra - por meio de um aparente diário anual - pensamentos, emoções, ações próprias relativas mais ao interior do personagem que ao tempo cronológico. Aparecem através do desenrolar do tempo questões não qualificadas como mais ou menos importantes. É uma homenagem ao ser, livre em sua gratuidade, mas com legitimidade. Contesta o sistema social em que vivemos, onde os valores dependem sempre de sua utilidade prática ou de rendimentos concretos.

Criação e interpretação: Denise Stoklos.

Duração: 75 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis. 

03/12. Quinta, às 20h30. Teatro Municipal de Mauá.

 

 

Barracão Teatro – A Julieta e o Romeu

Com interpretações completamente inovadoras, o casal revela a maravilha e a catástrofe de sua relação. Em uma delicada e explosiva relação de amor, ódio, admiração e dependência, estes dois palhaços nos mostram que são inseparáveis.

Duração: 50 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis.

04/12. Sexta, às 21h. Teatro Municipal de Mauá.

 

 

Cia. São Jorge de Variedades – O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado

Espetáculo carnavalesco que narra a história do incrível encontro entre Dom Quixote de La Mancha e São Jorge Guerreiro. Uma reflexão sobre o sentido do herói nos dias de hoje na grande metrópole.

Duração: 90 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis. 

04/12. Sexta, às 12h. Praça 22 de novembro, Mauá.

 

 

CPT – Prêt-à-Porter Coletânea 2

Direção: Antunes Filho. É uma proposta de dramaturgia, onde cenas do cotidiano são deslocadas no tempo e levam os espectadores a reflexão.

Duração: 90 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis. 

04/12. Sexta, às 17h. Biblioteca Cecília Meireles (Sala Heleny Guariba), Mauá.

 

 

Cia. Polichinelo – Frankenstein

Um homem muito curioso resolveu construir um monstro e dar-lhe vida, assim a criatura passou a assustar todos do vilarejo. Mas o que esse monstro de parafusos soltos queria mesmo era ser aceito, ter amigos e família.

Duração: 50 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis. 

04/12. Sexta, às 10h e às 14h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

 

Trupe Sinha Zózima – Cordel do Amor sem Fim

Com a ideia de levar a arte para qualquer lugar a Trupe Sinhá Zózima criou o espetáculo Cordel do Amor sem Fim, que é realizado dentro de um ônibus urbano. O texto narra a história de três personagens sertanejos às margens do Rio São Francisco. Os passageiros - expectadores irão acompanhar os conflitos sobre as diferentes formas de amar e a submissão ao tempo, numa época em que o destino é influenciado pelas forças da natureza.

Duração: 60 minutos.

Não recomendado para menores de 12 anos.

Grátis. 

04/12, 05/12. Sexta e Sábado, às 18h e 19h30. Ônibus itinerante, a saída será do Teatro Municipal de Mauá.

 

 

Cia. Odelê – A Casa dos Gestos – Um Ratinho e a Lua

O protagonista desta obra é um pequeno ratinho chamado Gualdo, que morre de vontade de conhecer pessoalmente a sua eterna namorada, a Lua. Além de apaixonado, este ratinho é obstinado e arrojado, qualidades estas que o impulsionaram a buscar diversas maneiras de cruzar o espaço para chegar até a sua amada.

Duração: 45 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis. 

05/12. Sábado, às 10h e às 14h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

 

Lume Teatro– La Scarpetta

O palhaço Teotônio, uma espécie de artista “pau prá toda a obra”, apresenta o seu Spettacolo Artistico com números de magia, equilibrismo, contorcionismo, música e acrobacia com ovos, provocando e surpreendendo o público.

Duração: 90 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis. 

05/12. Sábado, às 21h. Teatro Municipal de Mauá.

 

 

PiaFraus – Gigantes de Ar

Espetáculo que aborda cenas inspiradas nas populares apresentações de circo-teatro e nos animais de circo e seus amestradores, em que se reúnem palhaços, trapezistas e bonecos infláveis gigantes, em uma atmosfera de humor e poesia.

Duração: 50 minutos

Livre para todos os públicos

Grátis. 

05/12. Sabádo, às 12h. Praça 22 de Novembro, Mauá.

 

 

Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes – As Três Graças

Com texto de Luis Alberto de Abreu e direção de Ednaldo Freire, o espetáculo foi construído a partir de depoimentos de mulheres e lança um olhar sobre o universo feminino.

Duração: 115 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis. 

06/12. Domingo, às 19h. Teatro Municipal de Mauá. 

 

 

Re-Talhados – Grupo Artemis de Teatro

O espetáculo passeia por várias estórias conhecidas da literatura infanto-juvenil, gerando entretenimento e reflexão sobre a possibilidade de construir novas histórias a cada momento.

Duração: 50 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis. 

05/12. Sábado, às 17h. Biblioteca Cecília Meireles (Sala Heleny Guariba), Mauá.

 

 

 

 

 



Escrito por Jardel Teixeira às 23h41
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Escrito por Jardel Teixeira às 23h47
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Aramyz estreia solo dia 6 de outubro e inaugura novo espaço de espetáculos no boêmio bairro da Santa Cecília.

Aramyz estreia solo dia 6 de outubro e inaugura novo espaço de espetáculos no boêmio bairro da Santa Cecília. 

 

“O que é comédia? Comédia é o uso de humor nas artes cênicas. Também pode significar um espetáculo que recorre intensamente ao humor. De forma geral comédia é o que é engraçado, que faz rir.” – Aramyz. 

 

Minhas Mulheres

 

Texto, direção e interpretação: Aramyz. 70min. Não recomendado para menores de 14 anos. Sozinho em cena ele interpreta cinco donas.

 

“Minhas Mulheres” é uma comédia que joga com a comicidade na tragédia de cada um de seus personagens. No palco, o ator faz a transição entre as personagens por meio de figurinos, gestos e entonação; e critica tudo o que passar pela sua frente: a saúde, a prostituição, a igreja, a família e todas as instituições corrompidas pelo moralismo.

Elas são doces, meigas, tirânicas, mães, amigas, irmãs, amantes, todas as figurinhas carimbadas do nosso cotidiano. Cheias de dor, amor e alegria elas se expõem. Entre uma troca e outra é gasto apenas 30 segundos, incluindo figurinos, adereços, perucas. Em comum, apenas o coturno, para não nos deixar esquecer que todas são vistas pelo olhar de um homem. “Não é humor para criança... É humor de adulto que não tem medo da verdade... É um pé na cara do politicamente correto... Em determinados momentos é escrachado, poético, em outros: cáustico, corrosivo”, comenta Aramyz.

“Minhas Mulheres” faz rir, mas também faz a pizza dar indigestão. Faz o seu refrigerante desentupir suas artérias. As mulheres de ARAMYZ em cena são:

Adriana Tokagada – comissária de bordo de uma Cia. em fase de experiência fazendo seu primeiro vôo.

Gularmina Guinle – uma gordinha feliz, que critica o perfil anoréxico das nossas modelos.

Ozerina – feia e fértil.

Cleonice – trabalha na área da saúde, mas avisa não ser sexy. Também não está em hospital pra  bajular ninguém que quer ser bem tratado; faz plano de saúde.

Barbara Glória – uma ex-atriz pornô que virou evangélica e agora vende rifa para angariar dinheiro para igreja.

“Os moralistas e piadistas de plantão diriam ser um humor afro-descendente. Sim, porque não têm coragem de dar o nome que as coisas têm...” explica Aramyz. 

 

PUB Sonoma

Largo Santa Cecília, 88, Santa Cecília, região central e em frente à Estação de Metrô Santa Cecília, tel. (11) 3337-4116, 100 lugares, terças-feiras às 21h30, de 06/10 até 24/11. Ingressos: R$ 20,00.  

 

Contexto

 

A partir do primeiro momento da nossa concepção já entramos em contato com as mulheres, são elas que nos trazem ao mundo.

E com certeza é ela, a mulher, nosso primeiro e eterno amor. As defendemos, brigamos por elas, as quais serão sempre santas intocáveis. No mundo são nossas mães, eternizadas em Maria, mãe de nosso irmão mais nobre...

Depois vêm nossas irmãs, avós, tias, namoradas, musas e inconfessáveis desejos. Elas nos perseguirão e nós as perseguiremos por toda vida.

Elas são comissárias, enfermeiras, a gordinha sexy do segundo andar, a mulher feia que mora em frente que suspira quando passa por nós, a negra da cor do pecado e preferência nacional... Elas são as mulheres que povoam nosso inconsciente consciente.

O espetáculo Minhas Mulheres é composto de histórias curtas e flashes que exploram o universo feminino e suas carências, anseios, decepções e também o quadro amoroso.

No palco, afetos, desafetos, carreira profissional, escolhas, vida e morte. Temas universais, que afetam todas as mulheres, se refletem nas alegrias e tristezas exploradas na peça.

Por meio de um humor ácido e escrachado que Aramyz vê essas mulheres. Esse olhar inusitado, delicado e bem humorado sobre o universo feminino contemporâneo começou com um trabalho de pesquisa iniciado no espetáculo “Deboshow”, que ficou seis anos em cartaz em São Paulo. 

 

“Humor tem que ser engajado, de ser quente.

O meu objetivo é a identificação.

Procuro dar o meu recado através do humor

Humor pelo humor é sofisticação, é frescura.

Meu negócio é pé na cara.” – Henfil

 

Confira os vídeos dos personagens: www.ataquederiso.com.br

ARAMYS

Por Adriana Del Ré

Aramyz está por toda parte. Integrante do Deboshow, do Confraria da Comédia e também dos Chutando o Balde, além de novelas na internet, ele se divide entre seus personagens e o stand up.
Formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, o ator paranaense sempre teve vontade de participar de um show de humor e, assim como aconteceu com outros atores, o Terça Insana foi uma inspiração.

Começou, então, a dar vida a seus personagens, como Pai Bingo e o polêmico enfermeiro Deodato, com o qual critica o sistema de saúde no País. "Adoro sentar perto das pessoas, porque é de onde saem as melhores coisas." Um dia, ele se aproximou de duas enfermeiras, porque tinha certeza que aquela conversa iria lhe render alguma boa idéia. Não deu outra: uma enfermeira virou para a outra e disse 'aí, eu falei... é UTI ou é necrotério'. O ator, claro, tratou de aproveitar aquela pérola.

Depois, foi a vez do stand up comedy cruzar seu caminho. Irriquieto, Aramyz passou a trabalhar em um texto dentro desse universo, só que não sabia o que faria na abertura. Marcelo Mansfield, expert em stand up, deu a dica: "Autoflagelo, fale de você". Ele seguiu o conselho. "O compromisso do comediante é com a verdade", ressalta o ator. "Todo stand up começa com autoflagelo." É nessas horas que o humorista escancara seus defeitos. Afinal, para rir do outro, deve-se começar rindo de si próprio.

Mas vida de stand up comedian não é das mais fáceis, admite Aramyz. É preciso estar antenado em tudo, como se o ator estivesse com uma lupa na mão. Toda atenção é importante, pois a notícia mais comentada da semana ou um escândalo envolvendo uma celebridade pode render a melhor tirada do espetáculo. Mas ele alerta para os riscos de se cair no mau gosto: uma vez perdida a platéia, ela nunca mais será recuperada.

 

Jardel Teixeira

 

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(11) 3909-7822
(11) 9382-2271
 


Escrito por Jardel Teixeira às 23h34
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Um musical de Ronaldo Gutierrez.

Um musical de Ronaldo Gutierrez, baseado no cabaret alemão dos anos 30 e inspirado em Noites de Cabíria de Federico Fellinie e Anjo Azul de Josef Von Sternberg. Retrata a vida de uma prostituta num cabaret, seu dia-a-dia no palco,  cantando, dançando, na vida e sendo disputada por vários homens.

Uma forma romântica, nostálgica e delicada com um roteiro musical belíssimo e variado. Sem perder a seriedade do tema o espetáculo tem um toque de humor e interação com a platéia e ainda conta com o toque especial do piano ao vivo, vozes que emocionam e com dança de excelência!Cia. Ronaldo Gutierrez!

Direção e concepção: Ronaldo Gutierrez Produção Executiva: Eliane Pimenta e Thiago Catelani como Assistente de Produção.

Recomendado para maiores de 18 anos.

Estréia dia 02/08/2009 - Apresentação única!

Local: Carioca Club (1000 lugares).

End.: Rua Cardeal Arcoverde, 2899

Tel. 11 3813 8598

Abertura da casa 20h.

Preço: R$ 20,00 antecipado e R$ 30,00 na porta

Informações: http://www.brdance.com.br/eventos/cenasobscenas/

 



Escrito por Jardel Teixeira às 00h03
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Estréia de espetáculo A PUTA ÉTICA (drama) de Tatiana Ades.

A PUTA ÉTICA (drama).

Texto e produção: Tatiana Ades

Direção: Laudy Regina Martelli e Tatiana Ades

Elenco: Laudy Regina Martelli, Vanessa Barso, Vicente Figueira e

Dhenyze Iwone.

Duração: 80 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

 

A Puta Ética reflete o valor da moral numa sociedade gananciosa e repleta de conflitos egoístas.
Um homem de meia idade se encontra dividido entre o amor de sua esposa fria e intelectual e o relacionamento com uma prostituta 20 anos mais nova.
Mas a ética, guiará os personagens para um final inesperado.


Teatro X
Rua Rui Barbosa, 399, Bela Vista, São Paulo, SP, (11) 3283-2780.

90 lugares.

Quartas-feiras às 21h30 a partir do dia 5 de agosto até 30 de setembro.
Ingresso: R$ 10,00


 



Escrito por Jardel Teixeira às 00h01
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A Mirage Filmes do Brasil seleciona pessoas de todas as idades, além de
atores (cantores), atrizes (cantoras), bailarinos, dançarinos, figurantes,
dublês, dubladores, locutores, sócias, para sua nova estrutura de produção e
agência de casting.

Ligue para (11) 3834-1107, 3824-1202 e agende uma visita.


Escrito por Jardel Teixeira às 08h26
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ÚLTIMAS NOTÍCIAS DE UMA HISTÓRIA SÓ

Depois de uma temporada de grande repercussão entre outubro e dezembro de 2007, o espetáculo viajou pelo interior de São Paulo e volta no dia 2 de abril ao Teatro Augusta — Sala Experimental.

Desta vez, a peça será apresentada de quarta a sexta-feira, às 21h.

Baseada em histórias reais, que, aparentemente não têm nada em comum - como um seqüestro, a vida de um vendedor ambulante e a comparação entre um programa de TV evangélico e um panfleto de tarô -, a peça mostra como, em questão de instantes, um pequeno ato pode alterar completamente a trajetória de uma pessoa.

Construído a partir de histórias reais, o espetáculo conta como o acaso transformou a vida de pessoas ligadas direta ou indiretamente aos fatos relatados. “Em comum, todos os personagens têm trajetórias analisadas na perspectiva da Teoria do Caos, onde causa e efeito se cruzam, gerando várias possibilidades de ação”, conta Otávio Martins, autor do texto e diretor da montagem.

Foco no trabalho do ator

A direção privilegia o trabalho do intérprete. “A surpreendente recepção que a peça tem com os espectadores vem, sem dúvida, do meticuloso trabalho dos atores”, afirma. A escolha por colocar o foco na atuação fica claro também na opção de cenário: o palco está totalmente nu. “Todas as cenas já começam no ápice e exigem muito do trabalho do ator. Seguindo uma estrutura épica, todas as histórias possuem um narrador. A do seqüestro se aproxima da gênese de uma tragédia grega, com as mesmas motivações e curva do herói”, conta Otávio Martins.

Um dos pontos interessantes da montagem é que toda a equipe trouxe informações de pesquisas anteriores, que contribuíram para o resultado final.  Todos fizeram parte de grupos de teatro: Otávio Martins foi da Cia do Latão; o Alex Gruli da Cia. Os Fofos Encenam; a Melissa Vettore da Cia. Balagan; e o Luciano Gatti do Núcleo Argonautas. Por isso, a peça tem um pouco das pesquisas desenvolvidas por nós nesses grupos.

Repercussão

O espetáculo estreou em 5 de outubro de 2008, no Espaço dos Satyros 2, e lotou todas as sessões que realizou ao longo de dois meses e meio de temporada, mesmo estando no chamado “horário maldito” (sextas e sábados, meia-noite).

Com críticas positivas em todos os veículos (Folha de S. Paulo, Estado de São Paulo, revista Veja São Paulo, sites Aplauso Brasil e Bacante, entre outros), “Últimas Notícias de Uma História Só” viajou entre janeiro e março para algumas cidades do interior de São Paulo. “Foram viagens vitais para o processo do espetáculo; o contato com cidades cuja realidade é bem diferente da capital faz com que o entendimento do espetáculo seja outro, e nos possibilita abordar estes mesmos temas com outros olhos”, afirma Martins.

Serviço

ÚLTIMAS NOTÍCIAS DE UMA HISTÓRIA SÓ

Reestreou dia 02 de abril, quarta-feira, às 21h00

Elenco - Alex Gruli, Luciano Gatti, Herbert Bianchi e Melissa Vettore

Direção e texto – Otávio Martins.

Iluminação - Pedro Garrafa  e Otávio Martins

Figurinos - Juliana Araripe

Trilha sonora - Pedro Garrafa e Diego Trindade.

Cenografia - Otávio Martins

Fotos - Heloisa Bortz

Temporada – Quartas e quintas às 21h, as sextas 21h30 – até 2 de maio.

Ingressos – R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia).

Duração – 65 minutos.   Censura – 14 anos.

TEATRO AUGUSTA – Sala Experimental

Rua Augusta, 943. Telefone (11) 3151-4141.

Bilheteria – Funcionamento quarta a domingo, a partir das 15h00.

Aceita dinheiro e cheque.

Aceita reserva por telefone.

Pode-se comprar o ingresso através do Ingresso Rápido, fone (11) 2163-2000.

 

 

 



Escrito por Jardel Teixeira às 08h21
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Agorafobia

Três irmãos buscam a liberdade de ação e pensamento. Proibidos de agir por conta própria e confinados num ambiente fechado, eles embarcam num jogo lúdico e violento na procura da libertação. A característica essencial da Agorafobia é uma ansiedade que aparece quando a pessoa se encontra em locais ou situações das quais sair dali (escapar) poderiam ser complicadas e embaraçosas ou, na maioria das vezes, em situações nas quais, um auxílio imediato pode ser difícil, caso a pessoa venha a passar mal. Este é o assunto abordado nesta peça de Antonio Netto.

O texto de AGORAFOBIA foi uma criação coletiva, no qual trata do poder e da liberdade do indivíduo por meio de um jogo obsessivo e indissolúvel entre três personagens, sendo eles irmãos. O diretor formou uma dramaturgia em cima da vida de cada um e adaptou ao roteiro do espetáculo. A peça se inicia com três personagens correndo, um atrás do outro, numa perseguição infinita. Os três desejam a liberdade e sentem medo dos espaços abertos. Eles começam a discutir por causa da limpeza e da arrumação da casa, aí, o drama de cada um vem à tona. As personagens sem nome sentem-se sufocadas por não terem liberdade de ação e pensamento. O tema é uma mistura de idéias, textos e até, um pouco da vida de cada ator. Eles lidam com os seus conflitos e isso é chacoalhado em pontos vulneráveis, que limitam a um círculo imaginário. A técnica é alternar os movimentos e os argumentos que são interpretados e se multiplicam em vários familiares. Eles debatem todos os problemas, já que são irmãos e as acusações são direcionadas aos pais, sempre ausentes. Juntam medos, traumas do passado de cada um e tentam resolver no presente, com cenas de nudez e conotação sexual. Tudo não passa de um jogo de resistência, de masoquismo entre os três, com idades bem alternadas um do outro (35 anos, 17 anos e 8 anos). Agorafobia se passa numa época antiga. A iluminação é clara e correta devido às perseguições. Os atores vestem um figurino simples, mas adequado à idéia do diretor, identificados somente por números. O local é novo e alternativo, aberto para oficinas de atores e espetáculos da cidade. Antônio Netto explica: “Num primeiro momento, recorri a Stanislavisky e trabalhei a memória da infância até a vida adulta de cada ator. Busquei acontecimentos marcantes e vontades reprimidas. Os atores se expressaram com relatos, fotos e objetos. Num segundo momento, a improvisação e o jogo cênico concretizaram todas as emoções em marcações de cenas”, resume o diretor que criou uma “partitura” corporal para todo o espetáculo, antes mesmo de introduzir nos ensaios as falas das personagens. Conforme explica o diretor do espetáculo – Antonio Netto: “o teatro é uma linguagem poderosa, com alto poder de síntese, rica de possibilidades estéticas e capazes de proporcionar impacto múltiplo e diversificado. Como toda linguagem, o teatro tem gramática e vocabulário próprios e serve para comunicar qualquer conteúdo. Não existem temas impossíveis para o teatro, assim como não existe uma temática preferencial. Eu embarquei o texto no Psicodrama, como uma via de investigação da alma humana mediante a ação. É um método de pesquisa e intervenção nas relações interpessoais, nos grupos, entre grupos ou de uma pessoa consigo mesma. Tem sido utilizado na educação, nas empresas, nos hospitais e também no teatro de Constantin Stanislavski”.



Escrito por Jardel Teixeira às 21h28
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OS NÁUFRAGOS DA RUA CONSTANÇA: homo capitas no sapiens

Livremente inspirado no filme O Anjo Exterminador de Luis Buñuel, escrito por Diogo Marques e Thiago Reis Vasconcelos. Direção: Thiago Reis Vasconcelos

Um banquete numa mansão é servido aos convidados que, encantados, não percebem a prisão estabelecida: homo capitas no sapiens. Misteriosamente a partir dessa noite ninguém entra ou sai. Ficam confinados sem encontrar o motivo que os impeça de partir. Daí apresenta-se um reality show surreal-antropofágico, deflagrando uma série de acontecimentos reveladores derrubando as máscaras da ética e moral burguesa. Texto: Diogo Marques e Thiago Reis Vasconcelos. Direção: Thiago Reis Vasconcelos. Direção Musical: Lucas Vasconcelos. Elenco: Alessandra Queiroz, Alice Jardim, Carolina Bisson, Clayton Bonardi, Clayton Lima, Diogo Marques, Dudu Pelizzari, Fernanda Bigal, Haroldo Stein, Leandro Simões, Léo Araújo, Márcia Iscaife, Martha Guijarro, Paula Kill, Raphael Gracioli, Rodrigo Rolim, Ruth Melchior, Sabrina Balsalôbre, Vinicius Cruz. Gênero: Teatro Antropofágico. Faixa Etária: a partir dos 16 anos. Figurino: Cia. Antropofágica. Cenário: Rodrigo Rolim. Músicos: Bruno Miotto, Gabriela Vasconcelos, Thiago Abdalla. Preparação Vocal: Camilla Molla
Desenho e Operação de Luz: Taiguara Chagas. Operador de Som: > Erick Pimentel. Contra-regra: Náiade Nunes. Arte Visual: Fernanda Fazzi. Assessoria de Imprensa: Jardel Teixeira. Produção: Bonatto Produções Artísticas

Estréia: 04 de maio de 2007

Temporada: de 04 a 27 de maio de 2007

Local: Teatro Fábrica São Paulo, Rua da Consolação, 1.623 - Consolação - São Paulo/SP, informações pelo telefone: (11) 3255-5922. Estacionamento conveniado: R$ 8,00. Rua Pedro Taques, 54 (todos os dias) ou Rua da Consolação, 1.681 (exceto aos domingos). Reservas pelo site www.fabricasaopaulo.com.br, lugares: 80 lugares, horários: Sextas e Sábados às 21h30 e Domingos às 20h30, duração: 120 minutos

Ingressos: sextas R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia), sábados e domingos R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia)

 



Escrito por Jardel Teixeira às 08h55
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Cia. Os Obscenos do Teatro reestréia peça do escritor e crítico teatral da APCA Michel Fernandes, com alterações no texto e na direção. Será praticamente, uma nova estréia de a “Tempestade no Espelho”.

 

 

É uma montagem ousada e provocativa, no qual Michel foi convidado a retornar à dramaturgia e a escrever para cia., criada por Caio Evangelista (mestrando em artes cênicas do Instituto de Artes da UNESP). Ele juntou atores da região do Grande ABC e da capital paulista para realização de estudos, além de suas montagens, num período de dez anos.

 

O espetáculo aborda o preconceito e a insegurança do ser humano em aceitar o diferente, os tabus sexuais e os afetivos que separam e que se refletem agressivamente nas relações entre cinco rapazes ao sentirem tesão com o corpo nu abandonado.

Segundo o autor, a peça é “um convite a perceber o próprio desejo e ser o mais honesto com ele, viver sua sexualidade e amar, acima de tudo”.

 

http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/10_113_59479.shtml

 

"Tempestade no Espelho"; texto de Michel Fernandes e direção de Caio Evangelista. Elenco: Márcio de Souza; Luiz Nogueira; Tato Marinho,Gê Melo e Caio Evangelista.

 

Cinco rapazes encontram um cadáver nu de um homem. O corpo adônico exerce um sex appeal nos garotos que se paralizam, tamanho é o encantamento. Mas isso, trouxe o medo que por um mergulho no mundo da crueldade e da psicanálise, os atores encarnam personagens baseados nos grandes autores da literatura mundial como Marquês de Sade, Jean Genet, Lorca, Rimbaud e Tadeuz Kantor.

“Como desvendar o ocorrido? Foi suicídio ou alguém o matou? Essa é a resposta que os personagens procuram...”.

Um dos jovens compara o morto a uma superstição africana de um ovo enfeitiçado ou amaldiçoado, que pode ter, algo a mais que os ovos comuns têm.

Cada um deles cria e relata uma história sobre o falecido, na esperança de sair dali antes de ser pré-julgado.

Aquele que contar a mais convincente, será liberto. No fim, os ovos (tabus) serão quebrados e um dos cinco se verá na configuração da espécie humana sem vida e descobre o motivo de estar ali espelhado (no ovo amaldiçoado).

 

Espaço dos Satyros Um (Praça Roosevelt, 214, Consolação, Regial Central de São Paulo, tel. 11 3258-6345), 50 lugares, de 13 de abril a 25 de maio, recomendado para 16 anos, duração de 60 minutos. Todas as sextas-feiras às 24h, R$ 20,00 (meia para Classe, estudantes e professores da rede pública).

 

http://www.youtube.com/watch?v=i1oWP3iFbAE

 



Escrito por Jardel Teixeira às 08h41
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Domingo, 31/março – O Teatro das Epifanias apresentam dois trabalhos: o Ensaio aberto de seu novo espetáculo "Yo soy o que a água me deu ou Frida" (às 20 horas) e o infantil "Teresinha e Gabriela..." (às 16 horas) em sua sede recém-alugada (outubro de 2006) no bairro da Barra Funda, fortalecendo sua pesquisa / investigação e sua relação com a comunidade local.

 “Yo soy o que a água me deu ou Frida” é parte do projeto “Ateliê Compartilhado” (2006/ Prêmio Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo) e teve como pré-projetos ensaios e improvisações, exercícios e vivências, e resultaram em cenas (sem palavras, de forte presença gestual) que permitiu a atriz Lilih Curi experimentar no seu corpo no inconsciente das obras de Frida Kahlo. A pesquisa cênica baseia-se na cena pós-dramática e discute a interseção entre a performance, as artes plásticas e a tecnoarte com o teatro. A preparação dos atores compreende o estudo e discussão de textos pertinentes à prática proposta, workshops com pesquisadores e artistas afins e treinamento físico originados em técnicas como a bufonaria, butô, dança e acrobacia e nas pesquisas de Hans-Thies Lehmann, Eugênio Barba e Meyarhold. A pesquisa busca aprofundar-se na relação do ator/criador com a sua própria instrumentalizaçã o.

"Teresinha e Gabriela..." fala de um saco de histórias de um contador encontra-se vazio. Com a ajuda das crianças da platéia, o saco começa a crescer e nele, personagens e situações ganham vida. Um universo lúdico que, aos poucos, vai revelando as diferenças entre “TERESINHA” e “GABRIELA”, duas meninas que não se conhecem e que alimentam uma mútua antipatia entre si por terem hábitos opostos. Com o auxílio da Lua, do Sol, do Gato e do Cachorro, entre outros, “TERESINHA” e “GABRIELA” descobrem a importância de se conviver e aceitar as diferenças.

SERVIÇO:

Rua Vitorino Carmilo 884, Barra Funda

Tel.: (11) 3668-6517

www.epifanias. com.br

Domingo, 31/março às 19h – O Teatro Oficina encerra a temporada de Os Sertões em São Paulo apresentando A Luta 2. Dedicada à “todo poder de Desmassacre da Arte e à atuação do Poder Transhumano da Multidão”, a  teatralização da última parte do livro trata da quarta e derradeira expedição do exército brasileiro ao sertão nordestino, com envio de 12 mil soldados, canhões, armas modernas e estrategistas, como o marechal Bittencourt, que pela primeira vez na história do exército brasileiro criou uma base de operações distante do front, de onde comandou as manobras, chefiadas pelo general Arthur Oscar e secundada pelo sanguinário general Barbosa. A peça mostra a finalização da Guerra de Canudos, que resultou no massacre de mais de 25 mil sertanejos, na morte do próprio Antonio Conselheiro (que foi se encontrar com Deus) e na destruição da cidadela. Canudos não se rendeu e Euclydes da Cunha conclui, lembrando que seu livro não é de defesa, mas sim de ataque. O plantio da vivência trágica da aniquilação final, do extermínio por não querer se render, do realismo da sobrivência dos que continuarão de outras maneiras a luta, iniciou a Cia. na sabedoria trágica da condição dos que não querem se deixar massacrar.

SERVIÇO:

Rua Jaceguai, 520, Bela Vista

Tel: (11) 3106.2818

Recomendado para maiores de 14 anos

Capacidade – 350 lugares     

www.teatroficina. com.br

 



Escrito por Jardel Teixeira às 23h34
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Sexta-feira, 30/março às 24h – O Teatro de Narradores apresenta o CABARÉ PAULISTA - DO MANIFESTO CONTRA O TRABALHO em seu novo espaço renomeado Maquinaria (antiga sede do Nova Dança). Este espetáculo coloca os aspectos dos três primeiros capítulos do Manifesto contra o Trabalho, texto do grupo alemão Krisis, escrito então com a colaboração de Roberto Kurz em forma de um Cabaré. É o traço da fisionomia do mundo do trabalho no estágio do capitalismo contemporâneo, explicando os mecanismos de um total deslocamento, que fez do trabalho a parte supérflua da vida, condenando grande parte do globo à miséria, esvaziando a política como campo de disputa, já que o estado se converte cada vez mais em gerente do capital. É um encontro cênico-musical, lugar e momento de debate vivo e direto a cerca dos materiais, de formas e procedimentos artísticos, visando sempre a urgência da intervenção.

Serviço:

Local: MAQUINARIA - Rua 13 de Maio 240 - 2ºandar

Duração: 70 min - Capacidade: 60 lugares - Indicação: 14 anos

Tel.: (11) 3259 7580 maquinaria3@ gmail.com

Sábado, 31/março às 21:30 h – A Cia. Teatro Fábrica São Paulo apresenta “A Exceção e A Regra”, a montagem que  é fruto da pesquisa “As formas do Teatro Social”, realizada pelo Núcleo 2 da Cia. Utiliza as relações do teatro com a educação, cogitando uma função social da arte que não seja apenas a de mercadoria de entretenimento: a de instrumento de formação humanística e crítica. Conta a saga de um homem de negócios que empreende uma viagem através do deserto com dois empregados para conseguir fechar uma concessão de petróleo. Ele não mede esforços para alcançar seu objetivo, mesmo que para isto tenha que explorar ao máximo a força de trabalho por ele contratada. Numa situação extrema, assassina o carregador de suas bagagens, pensando que este iria atacá-lo. A segunda parte da peça é o julgamento deste assassinato e o modo como o aparelho do estado se posiciona diante deste crime. O público é convidado, a partir da dinâmica do Teatro Fórum, sistematizada pelo diretor brasileiro Augusto Boal, a modificar a trajetória da peça, elaborando outras opções de ação para o carregador assassinado. Estão em questão a justiça e as relações humanas na sociedade do capital. Jogando teatralmente direto com os atores, o público tem a opção de intervir nas situações propostas por Brecht e experimentar diretamente possíveis “soluções” para os conflitos da peça.

                  

Serviço:

Teatro Fábrica São Paulo - Rua da Consolação 1623

Sala 2 - 80 lugares

Duração do espetáculo: 60 minutos

Duração do fórum: 20 a 50 minutos, dependendo do calor da discussão. Obs.: a participação no fórum é opcional

Estacionamento conveniado R$5,00

Reservas e informações: Tel.: 3255-5922 ou pelo site www.fabricasaopaulo .com.br



Escrito por Jardel Teixeira às 23h29
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Quarta feira dia 28/março, às 20h – O Teatro Oficina apresenta pela última vez em São Paulo “A Terra”. Teatralização da primeira parte do livro "Os Sertões", de Euclides da Cunha. Nesta Ópera de Carnaval do épico brasileiro, encenado pelo grupo Uzyna Uzona, sob direção de José Celso Martinez Côrrea, mostra a musicalidade e a "Terra" como uma das partes mais belas do livro. Rochas, plantas e bichos, vividos por atores-cantores- dançarinos, revelam os segredos mais íntimos da natureza, que vibram também nas artérias humanas e trans-humanas. A peça retorna como overture musical da obra toda, com o enriquecimento da experiência que as outras partes realizadas trouxeram aos seus autores criadores a ao público. Aí temos a descrição do sertão, com seus relevos, vegetação, rios, animais e o pré-homem.

Serviço:
Rua Jaceguai, 520, Bela Vista – 3106.2818
Recomendado para maiores de 14 anos
Capacidade – 350 lugares
www.teatroficina. com.br

 

Quinta Feira - dia 29/março, às 21h - O Grupo Redimunho de Investigação Teatral apresentará o espetáculo "A Casa". Prêmio APCA de melhor texto em 2006, tem como palco um antigo casarão tombado, à Rua Major Diogo 91, na Bela Vista, onde funciona a Escola Paulista de Restauro. Inspirada na obra e universo de Guimarães Rosa, A CASA conta a história do homem que reencontra seu passado em uma casa envelhecida e repleta de sensações. O público guiado por este homem, passa por vários ambientes do velho casarão com seus vidros quebrados e batentes apodrecidos. Assim, o espectador é convidado às sensações da personagem, interagindo com suas lembranças, no aroma do café e no cheiro do bolo que invade a casa - espaço onde a imaginação e a realidade se confundem.

Serviço:

Casarão da Escola Paulista de Restauro – Rua Major Diogo, 91

tel.: (11) 3237-4898
Capacidade: 40 lugares

Estacionamento ao lado (R$ 5,00)

Quinta Feira - dia 29/março, às 21h – Os Satyros apresentam "Inocência". O texto original de Dea Loher, atualmente uma das dramaturgas mais importantes da Europa, foi montado nas temporadas de 2003 e 2004 em alguns dos grandes teatros públicos da Alemanha, com grande repercussão de público e crítica. No Brasil ganhou prêmios como Qualidade Brasil e Shell para direção. “Inocência” busca, através dos fragmentos de vidas anônimas, traçar um retrato do mal estar dos tempos atuais. Trata da solidão dos seres humanos na cidade grande, suas angústias e a falta de perspectiva em uma sociedade que destruiu todas as grandes ideologias e hoje vive o niilismo de um cotidiano exasperante. A inocência que se busca é aquela da crença em algo, algo que possa justificar a nossa existência.  A culpa que nos persegue é a culpa de estar vivo e não se saber o por quê. Somos o que escolhemos ser ou simplesmente fruto de um destino pré-determinado que guia nossos caminhos? Várias histórias paralelas se entrecruzam e trazem à tona o drama dessas pessoas, suas dificuldades em viver num mundo tão vazio de sentido.

Serviço:

Espaço dos Satyros Um

Praça Roosevelt, 214 – Consolação

Tel. para reservas: 3258 6345 - www.satyros. com.br

Apoio: Programa de Fomento ao Teatro da Prefeitura de São Paulo

Sexta Feira – dia 30/março às 20:30h – A Cia. Pessoal do Faroeste apresenta “Os Crimes do Preto Amaral”. Espetáculo que marcou a inauguração nova sede da Cia. com nove anos de estrada. A Sede Luz do Faroeste, espaço da Cia. Pessoal do Faroeste está no bairro de Campos Elíseos, próximo à Estação da Luz/Marechal Deodoro e o Centro, regiões cada vez mais efervescentes culturalmente. O espetáculo é inspirado na clássica história de Orfeu e relata os crimes cometidos na década de 20 por aquele que é considerado o primeiro serial killer brasileiro, Preto Amaral. Escrita e dirigido por Paulo Faria, com base em uma tese de doutorado para a UNESP, a montagem aborda questões polêmicas como a eugenia e levanta a bandeira do direito de qualquer cidadão à defesa. A montagem também inaugurou Projeto selecionado pelo edital de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo / 2006 da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, e teve apoio do Museu da Energia, Fundação da Energia e Saneamento, FUNAP (Fundação de Amparo ao Preso) e o IDDD (Instituto de Defesa ao Direito à Defesa). Durante a fase de produção da montagem, o grupo, que tem um viés social em seus trabalhos, aproveitou o tema da peça para desenvolver oficinas artísticas, no Museu da Energia, com ex-presidiários e população carente da região.

Serviço:

Sede Luz do Faroeste

Alameda Cleveland, 677 - Campos Elísios

Telefone/Reservas – (11) 3362-8883

Capacidade – 38 lugares.

Escrito por Jardel Teixeira às 23h23
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